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100 anos, 100 histórias para contar.
No âmbito das comemorações do centenário da Riopele, que se assinala em 2027, lançamos a série “Histórias para Contar”, - uma homenagem às Pessoas que são a alma e a força do nosso legado.
No segundo episódio, conheça a percurso de Custódio Castro, Gestor do Sampling Studio, que trabalha na Riopele há 39 anos.
Que memórias guarda da sua chegada à Riopele?
As minhas primeiras memórias da Riopele remontam à infância. Tinha 8 ou 9 anos quando comecei a vir com o meu pai, que exerceu, durante 42 anos, precisamente o cargo que hoje desempenho.
Foi também aqui que os meus pais se conhecerem. A minha mãe trabalhava no mesmo departamento e, mais tarde, acabaram por se casar.
Aos 17 anos iniciei o meu percurso profissional nesta casa, onde me mantenho até hoje. É com enorme orgulho que vejo agora o meu filho também integrar os quadros da empresa. Já são três gerações ligadas à Riopele.
Na altura em que entrei, praticamente toda a gente me conhecia. Sentia-me verdadeiramente em casa. Recordo com carinho várias pessoas que me marcaram, como a Dona Olinda Dias de Oliveira, esposa do fundador da Riopele, e o Sr. José Oliveira, pai do atual Presidente da empresa. Foram figuras de grande importância no meu crescimento profissional.
Recorda-se de algum momento marcante que viveu na Riopele?
Sim, sem dúvida. Quando aos 27 anos fui convidado para gerir o Sampling Studio. É um momento que nunca esquecerei.
Na altura, trabalhava diretamente com o meu pai, mas quando chegou o momento de reformar-se fui convidado a dar continuidade a esse legado.
Que amizades ou relações construiu aqui que o marcaram?
Ao longo de quase 39 anos de carreira, tive o privilégio de conhecer e trabalhar com muitas pessoas especiais. Construi amizades para a vida.
Gostaria de destacar o Sr. Aníbal Fazendeiro e a Eng.ª Ana Maria Amorim, duas figuras que tiveram um papel fundamental no meu crescimento na Riopele.
Não posso deixar de mencionar o Dr. José Alexandre Oliveira, Presidente da Riopele, um verdadeiro visionário da indústria têxtil.
E, mais recentemente, tive a oportunidade de trabalhar com a Francisca Oliveira, representante da 4.ª geração da família Oliveira na empresa. Apesar do nosso tempo de colaboração ser mais recente, a Francisca marcou-me pela sua energia contagiante, pensamento inovador e capacidade de trazer uma nova visão à Riopele, sempre com um olhar estratégico e atual.
A nível pessoal, de que conquista ou projeto se sente mais orgulhoso?
Sinto um enorme orgulho de ter feito parte de um projeto liderado por Niki Bosch, alguém que trouxe uma visão verdadeiramente inovadora à Riopele e que marcou uma fase de transformação na empresa.
Mas há também um projeto muito pessoal: a criação da primeira newsletter interna da Riopele, a “Info-Riopele”. Foi lançada em formato papel, em 2002, e surgiu com o objetivo de ser um canal de comunicação aberto, feito por e para os colaboradores.
Tivemos a preocupação de incluir testemunhos reais de trabalhadores da Riopele. Recordo uma entrevista a uma senhora que foi a colaboradora número dois da empresa. Ainda trabalhou no moinho onde a Riopele foi fundada.
Na sua opinião, o que é que torna a Riopele diferente de outras empresas?
Sem dúvida, a cultura organizacional. A Riopele aposta fortemente na inovação, na diferenciação estratégica, na proximidade com o cliente e na diversidade das suas equipas. É isso que nos torna únicos.
Se tivesse de descrever a Riopele numa palavra, qual escolheria?
Resiliência. A Riopele sempre soube lidar com os problemas, as mudanças e as situações mais difíceis, recuperando-se e evoluindo a partir delas.