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Neste quarto episódio celebramos um momento especial: pela primeira vez juntamos pai e filha no mesmo registo. Jaime, do departamento de Logística, e Regina Rodrigues, da equipa de Criação e Desenvolvimento, partilham a sua ligação à empresa e mostram como diferentes gerações podem cruzar percursos, dando continuidade à história da Riopele.
Jaime, que valores procurou transmitir à Regina sobre a Riopele antes de também ela trabalhar cá?
A pontualidade sempre foi, para mim, um valor essencial — e foi isso que procurei transmitir à Regina. Acredito que é um ponto de partida fundamental para se ser um bom profissional. Para além disso, sempre defendi a importância de se trabalhar com entusiasmo. É algo que digo a mim próprio todos os dias: só com motivação é possível evoluir e ser-se bem-sucedido.
Jaime, 46 anos é uma vida. O que sente ao ver a Riopele comemorar o seu centenário, sabendo que esteve presente em quase metade desse percurso?
Antes de mais, gostaria de dar os parabéns à empresa pelos seus (quase) 100 anos de história e ao Dr. José Alexandre Oliveira, que teve um papel determinante na forma como a Riopele se transformou numa empresa inovadora e com os olhos postos no futuro.
Trabalhar aqui enche-me de orgulho. Não há palavras que descrevam verdadeiramente o que sinto por ter feito parte deste caminho.
Regina, também estás a construir o teu percurso na Riopele, onde já trabalhas há cerca de 15 anos. Numa altura em que o conceito de “emprego para a vida” deixou de ser norma, o que te faz ficar? Alguma vez imaginaste fazer toda a tua carreira aqui, como o teu pai?
Aquilo que me faz continuar é, acima de tudo, a paixão pelo trabalho que faço e a sorte de estar rodeada de boas pessoas. Quando temos uma equipa coesa e com quem é bom trabalhar, tudo se torna mais fácil — afinal, passamos grande parte do nosso tempo no local de trabalho.
Quanto ao futuro, não sou de fazer planos rígidos. Não digo “nunca”, mas, neste momento, não me vejo a sair da Riopele. Teria de existir uma razão muito forte para não continuar a seguir um caminho semelhante ao do meu pai.
Jaime, que sentimento tem ao ver a sua filha a construir a sua carreira na mesma casa onde passou toda a sua vida profissional?
É um orgulho imenso. Lembro-me de bastantes vezes chegar às 18h e ver o carro da Regina ainda estacionado. Pensava para comigo: “Ainda está a trabalhar. Isso é bom sinal — significa que é necessária.”
Regina, o que dirias às novas gerações que agora chegam à Riopele?
Diria para terem calma e serem humildes. É importante querer aprender com quem cá está há mais tempo e respeitar quem tem uma maior experiência acumulada. O vosso tempo irá chegar, mas primeiro é essencial ouvir, observar e aprender.
E o Jaime, que conselho deixaria?
Que gostem daquilo que fazem. Quando existe gosto e dedicação, o caminho faz-se naturalmente.
Jaime e Regina, se tivessem de descrever a Riopele em poucas palavras, quais escolheriam?
Jaime: Uma empresa que está sempre na moda.
Regina: Uma empresa resiliente ... e que está sempre na moda!