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1. É a primeira cara que as pessoas vêm quando chegam à Riopele. Considera-se um embaixador da empresa?
Sem dúvida. É muito fácil ser embaixador de uma grande empresa como a Riopele, uma verdadeira referência na indústria têxtil. Assumo esse papel com muito orgulho.
2. O que sente que tem mudado na Riopele ao longo dos anos?
Em primeiro lugar, as pessoas. Nota-se a chegada de muito “sangue novo”.
Depois, há tudo aquilo que está à vista de todos: as obras e renovações constantes na fábrica, o investimento contínuo em maquinaria e tecnologia. Além disso, a Riopele é uma empresa que recruta ao longo de todo o ano, por isso está em permanente evolução.
3. Como descreve as pessoas que trabalham cá?
Encontro muitas pessoas boas na Riopele e posso dizer que raramente vejo alguém vir trabalhar contrariado.
Lembro-me de que, no início dos anos 2000, era frequente encontrar três gerações da mesma família a trabalhar aqui: avós, pais e netos a iniciar o seu percurso profissional. Era algo muito especial e que dizia muito sobre a ligação das pessoas à empresa.
4. Se pudesse deixar uma mensagem a quem entra pela porta da Riopele, qual seria?
“Be aware, I’m watching you.” (risos)
Brincadeiras à parte, procuro sempre desejar um bom dia a quem entra na Riopele ou dar as boas-vindas a quem está a começar. Gosto de tratar as pessoas pelo nome e de as receber com um sorriso.